quinta-feira, junho 16, 2005

O início (continuação) do calvário

Liedson não quer voltar do Brasil. Enak quer ir embora de Portugal. Barbosa bateu com a porta. Rui Jorge sai magoado. Douala quer dar o salto. Hugo Viana não consegue renovação. A estas histórias há que somar o facto dos «quase» humanos não terem exercido opção de compra sobre Simão e Nuno Assis e o facto de não terem colocado nenhuma clausula para impedir que Quaresma (e Ronaldo) voltassem para Portugal.

Excelente Departamento de Gestão de Futebol que os «Quase» humanos têm. Querem mais exemplos?

Renovaram com o Sá Pinto e com o Tello. E não renovam com Niculae, um jogador aparentemente recuperado, que aceitava descida de salário e que, até ver, é o melhor avançado que eles têm. Não renovam com Niculae (um jogador que custou 4 milhões de euros), mas vão buscar Manoel, Silva e Lourenço. Espectáculo. Conseguem ser melhores que aquele clube que em tempos teve nas suas fileiras o Nelo, o Tavares, o Clóvis, o Paulão, o Paulo Nunes e afins. Era o início do calvário. Esperemos que assim o seja para os «quase» humanos.